ACONTECEU

TIQUEQUÊ - BARULHINHO, BARULHÃO

10 e 11 de novembro de 2018

Grupo Tiquequê apresenta novo espetáculo

 

No show "Barulhinho, barulhão", Tiquequê apresenta músicas inéditas e coreografias com objetos inusitados e percussão corporal.

Uma tela branca, formada por tiras de tecido, onde se projeta um vídeo que mostra Bel, Diana e Wem, do grupo Tiquequê, vindo correndo lá de longe em direção ao público. Em dado momento, como se fosse mágica, os artistas saltam do vídeo e aparecem realmente no palco. Assim inicia o novo show do Tiquequê, que marca a maturidade artística construída pelo grupo ao longo de 16 anos de carreira.
A mágica, aliás, é um elemento que percorre o espetáculo. Mas não aquela dos truques de ilusionismo circense. Trata-se, na verdade, do efeito mágico da transformação de elementos muito simples em efeitos estéticos incríveis, através de movimentos milimetricamente pensados e ensaiados, que se combinam em coreografias sincronizadas e cheias de detalhes, que já são marcas do Tiquequê. Às vezes o movimento é resultado da percussão corporal; em outras, de coreografias mais dançadas.
Há momentos que a expressão se concentra no rosto e no canto, para que a letra da canção fique em primeiro plano. Isso porque, justamente, as composições merecem destaque: tratam-se de canções que comunicam diretamente com as crianças, ao abordar temas singelos do dia-a-dia, como o momento de comer, de mamar, de se vestir, a relação com os pais, as brincadeiras, as criações infantis. O resultado é um olhar original para os diversos assuntos que circulam na vida da criança, sem cair em estereótipos ou moralismos. Isso não significa abordá-los de forma simplista; pelo contrário, a proposta do Tiquequê é apresentar para o público infantil músicas com grande qualidade poética, que não subestimam a inteligência das crianças. É também por esse motivo que o trabalho do grupo encanta não só os pequenos, mas também seus pais e avós.
No show, o trio do Tiquequê é acompanhado por dois músicos convidados, que complementam os arranjos com violão, baixo, guitarra e bateria. O cenário é a base para as projeções, que dialogam com os movimentos do grupo. Os figurinos trazem um visual bastante inovador e moderno, diferente do que costumeiramente se considera infantil.
O repertório é formado por composições inéditas e algumas já bastante conhecidas, como Trava-Língua, Quero Começar, Nasceu Mamãe e Dente Mole. Juntam-se a essas, releituras de músicas e brincadeiras do cancioneiro infantil (Adoletá, Caranguejo não é peixe e Pirulito que bate bate).

 

 

A história do Tiquequê

 

O grupo Tiquequê iniciou sua carreira há 16 anos, formado por quatro jovens artistas que queriam criar um espetáculo ao mesmo tempo dinâmico e simples, que não dependesse de grande recursos, mas encantasse as crianças através da mistura de linguagens artísticas. Depois de anos apresentando shows em eventos, nos quais a proximidade com o público era muito grande, o grupo conquistou grande experiência do que comunicava efetivamente com as crianças. Contando com esse know-how, os músicos lançaram-se ao universo autoral, compondo canções que tornaram-se sucessos entre o público infantil. Depois da criação de 4 espetáculos – Toc Patoc (2001), Tu toca o quê (2008), Canta Outra (2011) e O gigante (2015) –, Tiquequê chega em 2017 como um trio, formado pelas primas Diana e Bel Tatit e pelo músico Wem, estreando um novo show que traz a maturidade do grupo ao longo dessa história.

 

 

FICHA TÉCNICA


Show "Barulhinho, barulhão"
Concepção e direção geral: Tiquequê
Elenco: Diana Tatit, Isabel Tatit e Wem
Músicos convidados: Rodrigo Fujikawa e Eric Brandão
Figurinos: Daniela Gimenez
Cenário, vídeos e desenho de luz: Anna Turra
Produção: Fernanda Souza
Produção Executiva: Laje Produtora

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